Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Vigília de Oração - Cursistas

Cristão não é apenas aquele que participa na Eucaristia, mas também aquele que se encontra com os outros para rezar, como tantas vezes fizeram os discípulos de Jesus Cristo.
Como tal apela-se à participação da comunidade num espaço de oração que irá acontecer no dia 20 de Novembro, sexta-feira, pelas 21h30m, na Igreja Matriz.
Neste espaço de oração vamos unir as nossas orações por duas cristãs que vão dar o seu testemunho a outras pessoas que se encontram em situação de solidificação da sua fé.
Como Cristãos devemos rezar uns pelos outros e uns com os outros, pelo que, juntemo-nos então, na próxima sexta-feira, pedindo que o Espírito Santo desça sobre estas duas pessoas e as ilumine no testemunho de vida e fé.
Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Missão em África - Márcia Costa
Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Dia Mundial das Missões - 18 de Outubro

Reflectindo...
- Imaturidade da fé que se vive
A Fé verdadeira, aquela ao jeito de Jesus Cristo, não é uma piedadesinha domingueira, a cheirar a bafio e a bolas de naftalina. A Fé é um projecto de vida com sentido, a Fé é uma vivência conduzida por valores capazes de nos preencher a vida de plenitude de realização e felicidade tendo no horizonte o criador que é Deus. O Seu Amor é a fonte, o Seu Amor será, no fim, a plenitude.
As pessoas julgam por um lado que integrando e participando na comunidade têm direitos acrescidos sobre os outros. Assim julgam que podem e devem ser satisfeitas suas vontades que por vezes colidem com a essência da religião, isto é, muitas tradições religiosas que noutros tempos foram vistas como sinais da profissão de fé são hoje postas de lado porque se perdeu o sentido, essência desses actos e, poder-se-á dizer que essas tradições estão profanadas. Por outro lado, o cristão, aquele que acredita em JC não é aquele que participa nestas manifestações. É aquele que forma o Povo de Deus integrando e participando na Igreja. Esta Igreja tem uma missão que é a evangelização, isto é, o testemunho da sua fé através das obras que suscitarão em quem nos vê as interrogações que serão esclarecidas pelas palavras. Esta é a dinâmica de um cristão, que forma o Povo de Deus, Igreja: o testemunho dos outros suscita em nós a fé que através do processo catequético aprofundamos e solidificamos para na vida darmos testemunho através das obras e das palavras suscitando dos outros a resposta a Deus e à primeira conversão.
Os vulcões modificam a morfologia de um momento para o outro pela imposição da força enquanto que o vento, a chuva também o faz com a perseverança, persistência e de mansinho. Assim também connosco acontece. Por circunstâncias da vida, como mudança de trabalho, de habitação, por casamento, tivemos de mudar do meio ambiente que nos rodeia e fomos para outro que não gostamos teremos que pôr mãos à obra para o modificar. Esta modificação só se fará de dois meios: ou pela força ou pela persistência. Mas tanto um como o outro poderão ser feitos com amor mas não é o amor que eu estou a pôr em causa. O problema a que eu me quero cingir é ao facto da mudança ser feita pela força o que leva muitas pessoas a saírem da comunidade cristã e a revoltarem-se, criando e alimentando ódios enquanto que se a modificação se realizar pela persistência, perseverança, obras e palavras combatendo a podridão, o falso, a demagogia, as casas caiadas que só servem para o engrandecimento e a vaidade das pessoas leva, apesar da necessidade de mais tempo, à mesma finalidade que é a profissão de fé. Fé esta que é projecto de vida e por tal se demonstra no dia a dia pelas obras e palavras.
A nossa paróquia, hoje, precisa urgentemente de alguém que não só nos empurre mas que nos oriente. Não basta deitar o milho à terra para que ele nasça e cresça é necessário cuidar dele: arrancar as ervas, mondar, regar, … Assim somos todos nós cristãos ávidos de alguém que nos conduza pela terra árida para que a transformemos em verdes pastos para um dia a percorrermos realizados e com plena felicidade.
Viver é conviver. Viver é conviver com os outros, porque ninguém é feliz sozinho. Viver como pessoa humana é construir em cada dia, é ter nas mãos e fazer sem descansos, com a argamassa da Amizade, os tijolos do Amor, as ferramentas da Verdade. O ser humano não nasce feito, acabado. Temos que construir o nosso meio como pessoas felizes, e isso acontece na medida em que soubermos inventar relações de Amor, relações de bem-querer com aqueles que nos rodeiam.
Muitas são as pessoas que olham para a construção do Reino de Deus, com a implantação dos valores do Evangelho, como tarefa sua no mundo inteiro. Esquecem-se que este Reino começa bem perto de cada um. São tantas as pessoas que se encontram na amargura porque a realidade que as rodeia é hostil ao que desejam, uma realidade onde os valores em que acreditam não estão implantados. De quem é a culpa? Isto deve-se essencialmente ao modo como se retratam no dia a dia com as pessoas. Por outras palavras, o mundo que as rodeia é construído por cada um de nós. Para melhor compreensão darei alguns exemplos: se eu sou um mentiroso como poderei desejar abertura, seriedade, confiança dos outros; se eu sou prepotente, autoritário e trato mal os outros como poderei desejar que as pessoas me ouçam, me tratem bem, me respeitem; no entanto se sou uma pessoa afável, respeitadora, coerente é natural que as pessoas que me rodeiam são amigas, carinhosas, sinceras,...
AG
12-10-2009
Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Início da Catequese

Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
Matrículas da Catequese 2009-2010

Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Reflectindo...
TEMPO PARA O ESSENCIAL
Passamos a vida à espera de ter tempo...
E o pior é que o tempo que esperamos, é tempo para o essencial...
Sim,
Tempo para repensar a vida ou para rezar;
Tempo para responder às cartas ou para visitar um doente;
Tempo para dialogar problemas ou para ouvir os outros;
Tempo para descansar ou para programar calmamente o futuro...
Passamos a vida à espera de ter tempo, ou então, a trabalhar afadigadamente para depois ter tempo.
Mas, tanto nos viciamos nesta lufa-lufa
Que das duas uma:
Ou caímos de cansados,
Ou quando esse tempo vem
Já não sabemos senão esgotá-lo na rotina que criámos.
O tempo não é inesgotável
E foi-nos dado para o essencial;
Importa começar por abrir nele,
No tempo que hoje nos é dado,
Clareiras destinadas ao essencial,
Porque o resto é que pode esperar.
Se colocamos esse essencial
No horizonte longínquo dos nossos ideais,
Corremos o risco dramático de não o chegar a viver
E a nossa existência seria uma oportunidade perdida.
in Livro "Jóias de Sabedoria" - Carlos Paes, Padre e Prof. Universitário
Domingo, 2 de Agosto de 2009
Grupo de Jovens no Festival Jota 2009
No fim de semana de 24 a 26 de Julho reuniram-se em São Jacinto cerca de 1800 pessoas, com o lema “O rumo certo é aqui!”.
“Foram três dias de festa, encontro e convívio que afirmaram, definitivamente, este Festival como o maior evento de música cristã em Portugal.”
Aliada à música, os jovens puderam participar ainda em vários “fóruns e workshops que transformaram este festival num espaço privilegiado de aprendizagem e experiência”.
“O Festival culminou com a eucaristia de domingo presidida por D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro, com destino marcado para o próximo ano na Praia do Tabuão, Paredes de Coura, diocese de Viana do Castelo.”
Entrevista do Jornal Público a um elemento do Grupo de Jovens:
"Esta música mexe comigo porque fala de algo em que acredito", diz Mariana Guarino, 17 anos, enquanto dança os ritmos dos Simplus, a banda do Estoril que abre a noite. Os Simplus são substituídos pela multidão em coro quando, por dois minutos, uma falha de corrente corta o som de palco: "A vida não vai parar, tens tudo para dar..." Vinda de Valongo do Vouga (Águeda), Mariana diz: "Gosto muito de música com mensagem." Incluise aqui um grupo como os Xutos e Pontapés. "Ambos [bandas religiosas e Xutos] fazem pensar na vida, nas nossas atitudes."
in Jornal Público de 27-07-2009
Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
Festival Jota 2009

O Grupo de Jovens também vai!
E tu?
informa-te em: http://festivaljota.com/
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
4ª Edição dos Jovens Sem Fronteiras
No passado sábado, dia 4 de Julho, o Grupo de Jovens participou em mais uma edição dos Jovens Sem Fronteiras, realizados no Pavilhão da LAAC em Aguada de Cima.
As equipas participantes eram nove:
Grupo de Jovens Aguada de Cima;
Coro Jovem Aguada de Cima;
Grupo de Jovens "Solis" - Águeda;
Grupo de Jovens Borralha;
Grupo de Jovens Espinhel;
Grupo de Jovens "Astrum" - Macinhata do Vouga;
Grupo de Jovens Paradela;
Grupo de Jovens Trofa;
Grupo de Jovens Valongo do Vouga.
Em 1º Lugar ficou o Grupo de Jovens “Astrum”, de Macinhata do Vouga, em 2º, o Grupo de Jovens “Solis” de Águeda, em 3º lugar o Coro Juvenil de Aguada de Cima. O Prémio para a melhor claque foi mais uma vez para a claque de Macinhata e o prémio Fair-Play e Técnica foi para o Coro Juvenil de Aguada de Cima.
A Valongo coube um honroso 6º Lugar – que se traduz essencialmente em justiça, imparcialidade, correcção e alguma inquietação aos outros… diferente de conflituosidade.
Para Reflectir:
Dar-se Conta…
«Levanto-me de manhã, saio de casa,
desço a rua.
Há um buraco no passeio e eu caio nele.
Não foi por minha culpa.
Saio com muita dificuldade.
No dia seguinte, saio da minha casa,
Desço a mesma rua,
Há um buraco fundo no passeio,
Faço de conta que não vejo
E caio de novo lá dentro.
Custa-me acreditar
Que tenha caído de novo no mesmo buraco,
Mas foi por minha culpa.
Levo algum tempo para sair dele.
No terceiro dia saio de casa,
Desço a mesma rua,
Há um buraco bem fundo no passeio,
Eu estou a vê-lo,
E voltei a cair nele… tornou-se um hábito.
Tenho os olhos abertos, sei onde estou,
Sei que o buraco está lá…
É bem por minha culpa.
Saio imediatamente!
No quarto dia, saio de casa,
Desço a mesma rua,
Sei que há uma buraco profundo no passeio
E… contorno-o.
No quinto dia, saio de casa,
Sei que há um buraco no passeio,
E… desço pelo outro lado da rua!»
Sogyal Rimpoché (adaptado) in Jóias de sabedoria de Ilda Fontoura Pires
«- Disse Jesus: não vos inquieteis quanto à vossa vida, com o que haveis de comer e de beber, nem quanto ao vosso corpo com o que haveis de vestir. Porventura não é o corpo mais do que o vestido e a vida mais do que o alimento? Olhai para as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem em celeiros. E o vosso Pai celeste alimenta-as, não valeis mais do que elas? Qual de vós, por mais que se preocupe, pode acrescentar um só côvado à duração da sua vida?(…) procurai primeiro o reino de Deus e a sua JUSTIÇA e tudo o mais vos será dado por acréscimo.» Mt 5