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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Reflectindo...

  • Imaturidade da fé que se vive
        A Fé verdadeira, aquela ao jeito de Jesus Cristo, não é uma piedadesinha domingueira, a cheirar a bafio e a bolas de naftalina. A Fé é um projecto de vida com sentido, a Fé é uma vivência conduzida por valores capazes de nos preencher a vida de plenitude de realização e felicidade tendo no horizonte o criador que é Deus. O Seu Amor é a fonte, o Seu Amor será, no fim, a plenitude.
        As pessoas julgam por um lado que integrando e participando na comunidade têm direitos acrescidos sobre os outros. Assim julgam que podem e devem ser satisfeitas suas vontades que por vezes colidem com a essência da religião, isto é, muitas tradições religiosas que noutros tempos foram vistas como sinais da profissão de fé são hoje postas de lado porque se perdeu o sentido, essência desses actos e, poder-se-á dizer que essas tradições estão profanadas. Por outro lado, o cristão, aquele que acredita em JC não é aquele que participa nestas manifestações. É aquele que forma o Povo de Deus integrando e participando na Igreja. Esta Igreja tem uma missão que é a evangelização, isto é, o testemunho da sua fé através das obras que suscitarão em quem nos vê as interrogações que serão esclarecidas pelas palavras. Esta é a dinâmica de um cristão, que forma o Povo de Deus, Igreja: o testemunho dos outros suscita em nós a fé que através do processo catequético aprofundamos e solidificamos para na vida darmos testemunho através das obras e das palavras suscitando dos outros a resposta a Deus e à primeira conversão.
 
  • A mudança
         Os vulcões modificam a morfologia de um momento para o outro pela imposição da força enquanto que o vento, a chuva também o faz com a perseverança, persistência e de mansinho. Assim também connosco acontece. Por circunstâncias da vida, como mudança de trabalho, de habitação, por casamento, tivemos de mudar do meio ambiente que nos rodeia e fomos para outro que não gostamos teremos que pôr mãos à obra para o modificar. Esta modificação só se fará de dois meios: ou pela força ou pela persistência. Mas tanto um como o outro poderão ser feitos com amor mas não é o amor que eu estou a pôr em causa. O problema a que eu me quero cingir é ao facto da mudança ser feita pela força o que leva muitas pessoas a saírem da comunidade cristã e a revoltarem-se, criando e alimentando ódios enquanto que se a modificação se realizar pela persistência, perseverança, obras e palavras combatendo a podridão, o falso, a demagogia, as casas caiadas que só servem para o engrandecimento e a vaidade das pessoas leva, apesar da necessidade de mais tempo, à mesma finalidade que é a profissão de fé. Fé esta que é projecto de vida e por tal se demonstra no dia a dia pelas obras e palavras.
         A nossa paróquia, hoje, precisa urgentemente de alguém que não só nos empurre mas que nos oriente. Não basta deitar o milho à terra para que ele nasça e cresça é necessário cuidar dele: arrancar as ervas, mondar, regar, … Assim somos todos nós cristãos ávidos de alguém que nos conduza pela terra árida para que a transformemos em verdes pastos para um dia a percorrermos realizados e com plena felicidade.
 
  • O mundo que nos rodeia
         Viver é conviver. Viver é conviver com os outros, porque ninguém é feliz sozinho. Viver como pessoa humana é construir em cada dia, é ter nas mãos e fazer sem descansos, com a argamassa da Amizade, os tijolos do Amor, as ferramentas da Verdade. O ser humano não nasce feito, acabado. Temos que construir o nosso meio como pessoas felizes, e isso acontece na medida em que soubermos inventar relações de Amor, relações de bem-querer com aqueles que nos rodeiam.
        Muitas são as pessoas que olham para a construção do Reino de Deus, com a implantação dos valores do Evangelho, como tarefa sua no mundo inteiro. Esquecem-se que este Reino começa bem perto de cada um. São tantas as pessoas que se encontram na amargura porque a realidade que as rodeia é hostil ao que desejam, uma realidade onde os valores em que acreditam não estão implantados. De quem é a culpa? Isto deve-se essencialmente ao modo como se retratam no dia a dia com as pessoas. Por outras palavras, o mundo que as rodeia é construído por cada um de nós. Para melhor compreensão darei alguns exemplos: se eu sou um mentiroso como poderei desejar abertura, seriedade, confiança dos outros; se eu sou prepotente, autoritário e trato mal os outros como poderei desejar que as pessoas me ouçam, me tratem bem, me respeitem; no entanto se sou uma pessoa afável, respeitadora, coerente é natural que as pessoas que me rodeiam são amigas, carinhosas, sinceras,...
 
                                                                                                                      AG
                                                                                                               12-10-2009

publicado por paroquiavalongovouga às 08:06

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